Metas no Poder Judiciário

Já dizia Lewis Caroll (pseudônimo de Charles Dogson, autor de "Alice no País das Maravilhas"), que "Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve".

Inauguro a postagem com este pensamento para contextualizar a notícia intitulada "Presidente do STF afirma que todos os processos distribuídos até 2005 serão julgados este ano" (veja aqui). 

A importância de tal notícia não reside tanto na afirmação do Ministro Gilmar Mendes, mas sim na fixação de metas a serem cumpridas pelo Poder Judiciário. Parece que finalmente uma parcela do Poder Público está descobrindo a importância do planejamento estratégico para uma adequada prestação de serviço à população.

Nos parece bem claro que o planejamento é a mola propulsora da produtividade, também no serviço público. Não podemos mais conviver com a rotina, por exemplo, de seleção aleatória de processos a serem julgados pelos juízes. O STF já vem dando o exemplo há alguns anos, com a instituição das pautas temáticas (na qual se privilegiam processos similares para serem julgados na mesma oportunidade, ganhando tempo e aumentando a produtividade).

E vocês? Têm alguma sugestão para melhorar a qualidade do serviço prestado pelo Poder Judiciário?

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